quarta-feira, 29 de julho de 2009

DOGMID BALJIRIIN - UM ESCRITOR MONGOL

O escritor mongol Dogmid Baljiriin nasceu no Gobi Oriental, onde trabalhou durante mais de vinte anos como contabilista. Foi vencedor do Prémio do Estado em Literatura.
Dogmid designa-se a si mesmo um escritor rural que se mantém fiel ao mundo nómada.
Richard Geer planeia produzir um filme baseado na obra de B. Dogmid, Long Live Marshal Choibalsan.
in MONGOLIA TODAY, n.º 4,
http://www.mongoliatoday.com/issue/4/horse_story.html, online 2009/07/29

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

SUBODH GUPTA - ARTISTA INDIANO

Entre os artistas representados pela galeria de Bombaim BODHI ART, na ARCO09 de Madrid, figura Subodh Gupta.
Gupta nasceu em Khagaul, Bihar, em 1964. Realizou o seu curso de Pintura na Universidade de Arte de Patna (1983-88). Subodh Gupta, a partir da pequena cidade de Bihar, veio a tornar-se um artista de renome mundial.
Treinado como pintor, foi arrastado para a performance, video, fotografia e escultura. Apoiado numa bateria de conhecimentos profissionais ele mistura/ instala grandes corpos de objectos já feitos que muitas vezes mostra justapostos contra ou ao longo de grandes pinturas.
O seu humor muitas vezes irónico mostra influências das suas experiências de migração, desenraizamento e viagem.
Gupta emprega, liberalmente, clichés sobre a classe média indiana.
in www.bodhiart.in/artists/artists_subodh_gupta.html 11/2/2009

sábado, 10 de janeiro de 2009

FRANCIS NEWTON SOUZA (1924-2002)

Francis Newton Souza é um artista indiano que se inspirou, durante toda a sua carreira, nas tradições e na vida quotidiana de Goa.
Na sua obra são visíveis referências a Ticiano e à Igreja Católica. Aliás, inicialmente chamava-se apenas Newton Souza, tendo acrescentado o nome Francis em homenagem a S. Francisco Xavier, em virtude de ainda criança ter escapado a uma grave doença.
ARTE INDIANA À VENDA in NOTÍCIAS SÁBADO, 120, 26 de Abril de 2008
www.christies.com

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A ARTE E A REVOLUÇÃO CHINESA

A Asia Society Museum, em Nova Iorque, tem até ao dia 11 de Janeiro de 2009, uma exposição intitulada "A Arte e a Revolução Chinesa.
A exposição abrange um período que vai desde a fundação da República popular Chinesa, em 1949, até à liberalização económica do país em 1978.
Entre outros aspectos importantes, revela que as origens da arte contemporânea chinesa podem ser encontradas na propaganda socialista.
Segundo Mao Tsé Tung, a arte era para ser acessível às massas e não, exclusivamente, a uma elite cultural.
A pintura, escultura, assim como a ficção, música, teatro e ballet, produziram-se para reflectir novos valores comuns e não as ideias e os sentimentos individuais. Os produtos desta arte pela política eram optimistas no espírito e patrióticos nos propósitos.
A directora da Asia Society Museum Melissa Chiu e o co-curador Zheng Shengtian defendem no catálogo da exposição, que a arte socialista, didáctica ou não, representou um significativo movimento cultural, especialmente na pintura, e que tais trabalhos continuam a influenciar a cultura visual chinesa.
in TIME, Seeing Red. The origins of much of China's contemporary art can be easily discerned in the country's socialist propaganda, by Ann Morrison - 29 de Dezembro a 5 de Janeiro de 2009.