quarta-feira, 27 de junho de 2012

MOHENJO DARO - ANTIGA CIDADE PAQUISTANESA



A cidade paquistanesa Mohenjo Daro é um dos mais importantes locais arqueológicos do sul da Ásia. Construída à cerca de 4.500 anos, esta cidade da Idade do Bronze corre o risco de vir a desaparecer. Arqueólogos como Asma Ibraim alertam para os problemas que a sua conservação enfrenta. Segundo esta arqueóloga, trata-se de um sítio complicado de proteger, devido aos problemas de salinidade, humidade e as chuvas.A estas dificuldades acresce a forma amadora como as próprias autoridades têm atuado, sendo de uma forma tão má que apenas tem conseguido acelerar o seu grau de degradação.
O próprio museu de Mohenjo Daro tem também sido vítima de roubos de objetos que as autoridades não têm conseguido recuperar.
In BBC News Magazine., 26/6/2012, Wikipédia (foto).

terça-feira, 11 de outubro de 2011

LU XUN (1881-1936) - ESCRITOR CHINÊS

Lu Xun nasceu em Chou Shu-jen, em Shaoxing, em 1881. Frequentou a Escola de Caminhos de Ferro e Minas da Academia Militar Kiangnan, em Nanjing, tendo posteriormente estudado medicina, literatura, e filosofia, no Japão.

A actividade literária de Lu Xun começou em 1918 com a publicação de "O Diário de um Louco". Foi o primeiro conto escrito em chinês, no estilo ocidental, numa sátira à cultura tradicional confuciana da China. Em 1921 publicou "A Verdadeira História de Ah Q", criticando igualmente a velha ordem da China. Além destas histórias Lu Xun escreveu ensaios dos quais "A Breve História da Ficção Chinesa" é o melhor conhecido. Organizou compilações da ficção clássica, e traduziu obras literárias do russo para o chinês.

Lu Xun, apesar de ter morrido 13 anos antes do Partido Comunista chegar ao poder é considerado um herói revolucionário pelos comunistas atuais chineses. Nos anos 30, quando a sua reputação como escritor atingiu o apogeu, defendeu o comunismo como sendo o único meio de unificar a China e resolver os seus problemas económicos e sociais.

Fontes: Lu Xun, Wikipédia; Chinese Cultural Studies: Chinese Literature, consultados em 11/10/2011.


sábado, 7 de maio de 2011

SU TONG - ESCRITOR CHINÊS

Su Tong nasceu em Suzhou, China, em 1963. Frequentou a Universidade de Pequim, onde se licenciou em Literatura.
Da sua obra fazem parte o romance Arroz, A Minha Vida enquanto Imperador, e da coleção Erguei a lanterna vermelha, da qual uma das histórias deu origem ao filme Esposas e Concubinas, de Zhang Yimou.
Para português tem traduzido A Minha Vida enquanto Imperador (2007). A tradução foi feita do chinês por António Barrento, e publicado pela editora Cavalo de Ferro. O livro abarca a adolescência de um jovem imperador e a forma como vai condicionando os actos relativos ao seu estatuto social.
Fontes: Wikipédia, consultada em 7/5/2011; Su Tong, A Minha Vida enquanto Imperador, 2.ª edição, Cavalo de Ferro, Lisboa.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

YOKO OGAWA - ESCRITORA JAPONESA

Yoko Ogawa que se tornou a mais célebre escritora japonesa contemporanea, nasceu em Okayama, em 1962. Fez os seus estudos superiores na Universidade de Waseda.
A sua escrita revela preocupações com o sexo, a água, a memória, as deformidades e o inconsciente. Entre os escritores que exerceram influência sobre ela figuram os japoneses Junichiro Tanizaki e Haruki Murakami; e os americanos F.Scott Fitzgerald, Truman Capote, Raymond Carver e Paul Auster.
Na sua obra figuram títulos como: Hotel Iris (1996), Museu do Silêncio (2000), A fórmula preferida do professor (2003).
O reconhecimento público do seu trabalho tem se feito sentir através dos prémios seguintes: Prémio Akutagawa (1991); Prémio Tanizaki, Prémio Izumi, Prémio Yomiuri e o Prémio Kaien.
Fontes: LIRE, novembro 2005, p. 23; artigo da Wikipédia.

YOKO TAWADA - ESCRITORA JAPONESA

Yoko Tawada nasceu em Tóquio, em 1960. Aos 19 anos partiu para a Europa, passando a viver em Hamburgo e posteriormente em Berlim.
A sua obra abarca o romance, pequenas textos, teatro, poesia e teoria literária.
Entre os títulos dos seus trabalhos, escritos em japonês e alemão, figuram os seguintes títulos: Narradores sem alma (2001); Ópio para Ovídio (2002); A olho nu (2005); Comboio da noite com suspeitos (2005); Viagem a Bordéus (2009).
Yoko Tawada foi já diversas vezes premiada. No Japão, Prémio dos Jovens Autores da revista Gunzô (1991); Prémio Akutagawa (1993); e na Alemanha, Prémio de encorajamento aos Jovens Autores de Hamburgo (1990); Prémio Adalbert-von-Chamisso, reservado a escritores de origem estrangeira escrevendo em alemão e a medalha Goethe, em 2005.
Fontes: LIRE, novembro de 2005, p. 23; artigo da Wikipedia.

sexta-feira, 4 de março de 2011

BANANA YOSHIMOTO - ESCRITORA JAPONESA

Yoshimoto Mahoko nasceu, em 1964, em Tóquio, tendo concluído uma licenciatura em Literatura pela Universidade de Nihon. O pai, Yoshimoto Takaaki, aka Ryumei é considerado o crítico e filósofo japonês mais influente dos anos 1960, e a irmã Haruno Yoico é uma conhecida cartoonista.
Politicamente, Yoshimoto Mahoko cresceu no seio de uma família da esquerda liberal.
Após a licenciatura, Yoshimoto Mahoko começou a escrever sob o pseudónimo Banana Yoshimoto. Literariamente, apresenta-se como tendo sido influenciada por StephenKing (em especial nas histórias que não são de terror) e mais tarde por Truman Capote e Isaac Bashevis Singer.
Em português têm já vários livros publicados: Arco-Íris, A Última Amante de Hachiko, Adeus Tsugumi, Lua de Mel, todos editados pela Cavalo de Ferro Editores; Kitchen, pelas Edições Asa.
Com a sua primeira obra, Kitchen venceu, em 1987, o 6.º Kaien Newcomer Writers Prize e no ano seguinte, o 16.º Izumi Kyoka Prize. Outros prémios se lhe seguiram, tendo a sua obra sido já amplamente traduzida.
Em A Última Amante de Hachiko, um romance traduzido directamente do japonês por António Barrento, a história gira em torno do final da adolescência como forma de preparação do equilíbrio futuro. O retrato da modernidade do romance encontra-se nas diferentes escatologias e sincretismos religiosos que envolvem os dois jovens, cujas raízes acusam a transformação sofrida não só por eles, mas pelos próprios pais.
Fonte: http://www.cavalodeferro.com/index.php?action=manufacturer_info&manufacturers_id=4, consultado em 4/3/2011; e http://www.yoshimotobanana.com/, consultado em 4/3/2011.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

MONA HATOUM - ARTISTA PLÁSTICA PALESTINIANA

Mona Hatoum, artista plástica palestiniana, residente em Londres, venceu o III Prémio Internacional Joan Miró, no valor de setenta mil euros. O júri distinguiu a capacidade de Hatoum em relacionar nas suas obras experiências pessoais com os valores universais.
Fonte: PÚBLICA, 13/02/2011, p. 10.